Trombeta
Braulio de Castro no Frevo

Autoria: Ed Sedícias e Felipe Barbosa

Gênero: Frevo de Rua

Formato: Arquivo em PDF

Preço: R$  10,00

BRÁULIO DE CASTRO NO FREVO

SOBRE A OBRA:

Partitura e partes individuais do frevo de rua "Bráulio de Castro é Frevo", em homenagem ao compositor pernambucano.

Instrumentação:
1º e 2º Saxofones Altos
1º e 2º Saxofones Tenores
1º e 2º Trompetes
1º e 2º Trombones
Base Harmônica
Baixo Elétrico
Bateria
Percussão (Pandeiro e Surdo)

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SOBRE OS AUTORES:

Ed Sedícias (1974-2019)
Filho de José Pessoa Sedícias, ilustre saxofonista dos áureos tempos da Banda de Mestre Teté, EDJEFERSON SEDÍCIAS iniciou-se na música através do clarinete ainda jovem por influência de seu pai, o saudoso Zé Bagre, tendo como professor o Maestro Lula Barbosa, discípulo de Mestre Teté e que formou toda uma nova geração de músicos da qual faz parte o próprio Edjeferson. Com 16 anos de idade ingressou no Grêmio Lítero Musical Bonjardinense, entidade máxima musical da cidade, e em pouco tempo já demonstrava seu talento e facilidade para música passando a tocar trombone depois na nova Sociedade Musical 19 de Julho, convidado pelo próprio Maestro Lula Barbosa.

Ainda nos anos 90 passou pelo crivo da batuta do renomado maestro e compositor bonjardinense Dimas Sedícias, no próprio Grêmio, octogenária e histórica sociedade musical da região. Teve também com o professor Flávio Fernandes, trombonista da Orquestra Sinfônica de Recife no Conservatório Pernambucano de Música, e em João Pessoa com José Dirceu Feitosa, trombonista do Quinteto de Metais da Paraíba.

Músico integrante da Orquestra Oficina, NENEM, como era carinhosamente conhecido por todos, carregou por onde esteve sua experiência de mais de 20 carnavais tocando em todo interior do agreste de Pernambuco, e por oito anos consecutivos participou com a sua Orquestra de Frevo Sedícias, na qual foi músico e maestro, dos carnavais da cidade de Bom Jardim.

Músico atuante no cenário nordestino, com atuações nas orquestras do Maestro Hermes, de Nazaré da Mata, e também com Zito e Orquestra, Ed Sedícias, além de compositor, foi um grande multi-instrumentista, tocando com a mesma desenvoltura o trombone, instrumento que o qualificava como um dos melhores da região, o saxofone alto, o tenor e o clarinete dos tempos de adolescente.

Felipe Barbosa

Nascido na cidade de Bom Jardim, Pernambuco, em 18 de dezembro de 1974, Felipe Adelino Barbosa é Sub Tenente da Banda de Música da Polícia Militar de Pernambuco, onde atua como saxofonista, arranjador e compositor, é pós-graduado, nível de Especialização em Educação Musical pelo Claretiano - Centro Universitário e é acadêmico de Licenciatura em Música pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

 

Iniciou sua formação musical na banda do Grêmio Lítero Musical Bonjardinense, em 1988, tendo como professor o maestro Lula Barbosa. Na banda do Grêmio tocou Clarinete, Sax Alto, Requinta e Sax Tenor.

 

Entre os anos de 2005 a 2012 gravou os volumes 7, 8, 9, 10, 11 e 12 do cd “O Tema é Frevo”, sob a produção executiva de Hugo Martins, em um projeto que envolveu o Centro de Música Carnavalesca de Pernambuco (CEMCAPE) e a Banda da PMPE. Em 2015, participou da Oficina de Regência do Projeto Bandas de PE do Conservatório Pernambucano de Música, com o professor Sandoval Moreno, professor da UFPB e em 2019 participou do MasterClass de regência durante o 1º Encontro Bonjardinense de Música, ministrado pelo professor Sérgio Dias, professor da UFPE e regente da Orquestra da Universidade. Participou da gravação do DVD Natal Sanfonado, onde atuou como saxofonista e arranjador das cações “Noite Feliz”, “O Natal Existe” e “Homem de Nazaré”. Este DVD foi um projeto beneficente que envolveu produtores e artistas pernambucanos e a banda da PMPE, sob a produção executiva de Júlio Leal. Há 19 anos é o diretor musical, regente, tecladista e arranjador do Octeto Orquestra (orquestra de baile) da cidade de Bom Jardim. Em dezembro de 2015 teve seu arranjo de "Madeira Que Cupim Não Rói", de Capiba, incluído no programa do concerto Della Banda “BonaventuraSomma”, na Itália, dirigido pelo maestro Paolo Scatena, com a interpretação do balé OvunqueBallando.